quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Amor, cego amor


Todos dias bate aquela ansiedade de falar com você, ver você online a gente ficar numa conversa fiada. Aí, quando eu acordo me deparo que sonhei contigo (novamente). Ah, e a saudade? Lógico.E por fim, todos os dias é o seu rosto estampado na minha mente - não tem jeito. Engraçado que todas essas sensações fui sentir tão rápido: apenas 1 mês e só, como se fosse 1 ano, mas não é. Acho estranho, mas também não acho. Não existe o amor à primeira vista? Porque então não em um mês? O coração e o cérebro tem pra lá suas esquisitices. Brigam criando confusões na nossa cabeça e o resultado é sempre o mesmo, chegando a ser inesperado. Minhas paixonites nunca demoravam pra acontecer, mas com essa eu bati o recorde: coração resolveu anteceder, pois estava tão cheio de ausência e simplesmente num devasto vácuo. Não queria estar cheio? Pois conseguiu. O problema vai ser me adaptar, assim, apaixonada de uma hora pra outra... não exatamente.
Sim, tô com síndrome de platônico - o que acontece sempre. Amando e amando, mas nem sonhar em ser recíproco; correspondido. Me acostumei a partir da primeira ilusão que presenciei. Mas quando se está apaixonada é foda. Sem exceções: nada importa se a pessoa for aquilo ou assado, ela sempre será perfeita aos seus olhos, voce sempre irá imaginá-la ao seu lado, dizendo que te ama ou te agradar o máximo possível. Eu imagino tanta coisa e é nessa imaginação que eu me apaixono a cada dia.

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