sexta-feira, 29 de novembro de 2013

As patadas



E como sempre meus amores nada correspondidos. A patada já se tornou verídica e constante na minha vida amorosa. Ah... sabe por que? É aquilo de achar que está se dando bem gostando de alguém e depois, num estalo de dedos você tá lá, babando ovo daquela pessoa que você sabe que não será NADA correspondida. E a patada, ela é linda, essencial para o começo de uma ilusão, para um toco de desmarcar a idiotice de ter se apaixonado. Isso é um tormento, mas não exatamente sofrimento, porém gera revoltas. Revoltada por ser azarada sempre? Acho que sim - mas calma, nada é o fim do mundo! (só é preciso paciência... e haja paciência).

Patadas, patadas e mais patadas. Patadas patéticas e merecidas, por que, quem mandou eu me apaixonar? Agora, coração vai ter que aguentar, se ele quis assim, que arque com as consequências. Não, mas eu não mereço. O que eu faço de errado, o que tem de errado.. por que tão errada? Até quando isso vai permanecer, até quando isso vai acabar? Ser mais que uma amiga, quando? É utopia dizer que desejo um príncipe encantado dos contos de fadas, mas não será utópico o que desejo por toda a vida: um amor de verdade. O jeito é esse: deixar o tempo se levar naturalmente. Nunca podemos criar expectativa para nos iludirmos, mas o engraçado é que essa lei eu nunca sigo e aí me destroço e reclamo, reclamo, reclamo... e levando sempre as patadas. Bem vindas, ok?

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